Nem todo empreendimento tem o mesmo objetivo com bike sharing. Alguns querem oferecer como benefício incluso. Outros preferem um modelo sem mensalidade. E há quem busque uma solução com custo zero para condomínio e moradores. Por isso, ter modelos diferentes é essencial.
E quando cada um tende a funcionar melhor:
1) Fee mensal (assinatura)
Indicado quando o condomínio/hotel quer garantir o serviço como benefício fixo e previsível. É um modelo simples de planejar e comunicar: “tem bikes disponíveis no empreendimento”.
Quando faz sentido
- Empreendimentos que querem posicionamento premium.
- Locais com boa adesão a comodidades (academia, áreas comuns, etc.).
- Condomínios que preferem incluir como benefício ou sublocar aos moradores.
2) Modelo com publicidade (custo zero)
Ótimo para quem quer implementar o serviço sem custo direto. Em geral, envolve mídia no espaço (como painel) e adesivação publicitária, viabilizando a operação.
Quando faz sentido
- Condomínios com foco em reduzir custos.
- Empreendimentos que aceitam a presença de mídia/branding no local.
- Projetos que querem “rodar” rápido e sem cobrança ao usuário.
3) Locação via app (paga quem usa)
Aqui, o condomínio não assume mensalidade e o usuário paga somente quando aluga. Esse formato costuma agradar empreendimentos que querem oferecer a opção, mas preferem que o custo fique atrelado ao uso.
Quando faz sentido
- Condomínios com usuários variados (nem todos usam bike).
- Locais onde o público prefere pagar conforme necessidade.
- Empreendimentos que querem testar adesão antes de ampliar.
Em dúvida sobre qual modelo encaixa melhor? O ideal é avaliar perfil do público, espaço disponível e objetivo do empreendimento — e então escolher o formato mais alinhado.
















